Programação da 1ª Feira de Sustentabilidade Ambiental de Osório
Data: 24/08/2011
Local: Largo dos Estudantes
Abertura Oficial da Feira com a Secretária de Meio Ambiente e Gestão Urbana Leda Famer e o Secretário de Educação Gil José Davóglio.
Hora: 14 horas
Local: Palco do Largo dos Estudantes
Oficina de Confecção de Pufs com garrafa Pet
Ministrante: Solange.
Local: Espaço Cultural Conceição
Horário: 14h às 15h30min
Público-alvo: em geral
Mediante inscrição na Biblioteca Pública 3663 7440 com Monique ou Ângela
Oficina de sacolas com caixas e filtro de café.
Ministrante: Maria Izabel
Local: Espaço Cultural Conceição
Horário: 16h30min às 17h30min
Público-alvo: em geral
Mediante inscrição na Biblioteca Pública 3663 7440 com Monique ou Ângela
Oficina de materiais recicláveis.
Ministrante: Renata Valim – Corsan.
Local: Largo dos Estudantes
Horário: 14h30min, 15h30min e 16h30min
Público Alvo: Infantil
Mediante inscrição na Biblioteca Pública 3663 7440 com Monique ou Ângela
Contação de Histórias
Ministrante Ângela Eckert
Local: Sala Verde da Biblioteca Pública
Horário: 14h e 30 min
Inscrições encerradas
Apresentação Teatral – Planeta em Apuros
Escola Adventista
Horário: 16 horas
Abertura Oficial da Feira e Coquetel de Lançamento da Agenda Ambiental
Local: Largo dos Estudantes
Horário: 18 horas
Apresentação do Projeto Açaí da Mata Atlântica na Merenda Escolar
Ministrante: Prefeitura de Três Cachoeiras
Horário: 18h e 30 min
Sarau Musical
Ministrante: Marcelo Poeta
Músicos Convidados: Dado Wienandts e Gi Frufrek
Horário: 19h e 30 min
Encerramento: 20h e 30min
domingo, 21 de agosto de 2011
Vista Panorâmica
Música da 1° Feira de Sustentabilidade Ambiental - Osório RS
Vista panorâmica
Música: Marcelo Poeta e Dado Wienandts
Entre a montanha e o mar
Gosto de morar aqui
Tem tudo, tem verde, tem água, tem céu
Azul, meu bem, têm
Ali no Atlântida Sul
Pinheiros dançam, Amém
Vou também pegar o avião
Ver as lagoas lá de cima
Bela vista do planador
Me apaixono a cada esquina
Consciência de que o mundo melhor
Começa no meu lar, no meu dia-a-dia
Sacola solta no ar
Não degrada, só rodopia
O vento não leva a poesia
Para escrever em versos o que eu via
Minha cidade, natureza e paz
Entre o mar e a montanha, entre a montanha e o mar
Osório, Osório, Osório
Cato meu vento
Osório, Osório, Osório
Cato meu vento
sábado, 20 de agosto de 2011
Bom dia!!
Senhora das minhas manhãs
Sem hora para pensar em ti
Cem motivos para acordar sorrindo
Mil voltas para te ver sorrir
Olhar que me abraça
Que me aquece ante severo frio
Voz que me nina em quereres profundos
E me rapta da vida de romance febril
Eu passo, me passo e repasso
Na travessa da porta eu me posto
Te miro por um canto e quero tanto
Saber se gostas como eu gosto
Se sonhas como eu sonho
À olhos abertos antes do sono
Diluir as carências
Compartilhar as ausências
Trazidas pelo abandono.
Marcelo Poeta
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
Nosso acervo
Oceano - Djavan
Assim
Que o dia amanheceu
Lá no mar alto da paixão,
Dava prá ver o tempo ruir
Cadê você?
Que solidão!
Esquecera de mim?
Enfim,
De tudo o que
Há na terra
Não há nada em lugar
Nenhum!
Que vá crescer
Sem você chegar
Longe de ti
Tudo parou
Ninguém sabe
O que eu sofri...
Amar é um deserto
E seus temores
Vida que vai na sela
Dessas dores
Não sabe voltar
Me dá teu calor...
Vem me fazer feliz
Porque eu te amo
Você deságua em mim
E eu oceano
E esqueço que amar
É quase uma dor...
Só sei viver
Se for por você!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Tudo pode morar no papel
A lua cheia também te influencia
Te cadencia... e me credencia
à teu ouvidor primeiro
Sou teu colo, teu ombro que carrega
teus desaforos, eu quase morro
com tua indignação por não sei o que
Por que não escreves então?
Troque meus ouvidos por uma página em branco
E dedique-me apenas teus carinhos
Toda a página em branco
guarda linhas para se contar histórias
Guarda o improvável texto
O nada, ali escrito
é o contexto da dor e da glória
a leitura de trás para frente
O depois, o agora e o outrora
A página em branco
é a lembrança de amor escondida
a cada fechar de olhos.
Marcelo Poeta
Te cadencia... e me credencia
à teu ouvidor primeiro
Sou teu colo, teu ombro que carrega
teus desaforos, eu quase morro
com tua indignação por não sei o que
Por que não escreves então?
Troque meus ouvidos por uma página em branco
E dedique-me apenas teus carinhos
Toda a página em branco
guarda linhas para se contar histórias
Guarda o improvável texto
O nada, ali escrito
é o contexto da dor e da glória
a leitura de trás para frente
O depois, o agora e o outrora
A página em branco
é a lembrança de amor escondida
a cada fechar de olhos.
Marcelo Poeta
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Ponto de exclamação
A idéia é começar aqui e ir além. Desenvolver um amplo pensamento que contribua para a disseminação e apreciação da cultura.
Começo analisando o currículo escolar e as aulas de geografia e história. Na medida em que o tempo passa o campo de pesquisa e acessos à documentos se torna mais dinâmico e imparcial. São diversas fontes, com diferentes pontos de vista, a nos municiar tanto com assuntos do agora, quanto das questões passadas outrora divulgadas por grupos de comunicação com interesses políticos, econômicos e de soberania informacional.
Assim sendo, diversos fragmentos da nossa história contada são tatuados e propagados com versões direcionadas a um determinado fim/objetivo.
Um desses episódios foi a “nossa” Revolução Farroupilha, que originou um desejo separatista insustentável, um sentimento de bairrismo falsário que nos faz defender tradições que não fazem parte do nosso cotidiano. Nosso estado possui uma diversificada colonização, culturas do campo sim, mas também a cultura urbana, serrana, fronteiriça e litorânea. São culturas completamente diferentes e cerceadas do direito de serem como são pelo modo com que é padronizado o comportamento do Gaúcho.
E é nesse aspecto que se torna falha a abordagem das disciplinas de Geografia e História nas nossas escolas, na medida em que ocorre uma fabulização no estudo dos fatos do passado e, pior que isso, uma confirmação aos educandos de versões que o tempo e as pesquisas já desmentiram.
Então, chegando ao objetivo da exclamação, como trabalhar a contextualização histórica entre humanidade e sentimentos individuais, sendo o acervo didático tão pobre, manipulado e confuso?
Como um educando organizará e fará a exposição de suas idéias, se sua base intelectual escolar é tão diferente de sua vivência em sociedade e informações que recebe de forma alternativa?
Pautar o ensino pelo currículo escolar é fragmentar as ações, de modo que nada faça sentido. Nem mesmo os sentimentos.
Marcelo Poeta
Cavaleiro
Ele amanhece trabalho
e dorme homem
A alma que habita o corpo
É a arma que fabrica o morto
E nasce e morre todos os dias
Se refaz, se renova, se reescreve
se percebe agente da vida
Ser que orbita
Que influencia o cotidiano
dos seus
Pertence a Ordem dos Mestres
O Pai, Cavaleiro Maior, que defende a plebe
é também um servo do Castelo
Um Senhor Feudal
Com as mãos repletas de calo
Mas nada muda
Ele dorme homem
E amanhece trabalho.
Marcelo Poeta
# Fragmento do Soneto de Ari
Nosso acervo
Pra você guardei o amor
Composição: Nando Reis
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vem dos meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que o arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
sábado, 6 de agosto de 2011
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Nosso acervo
Giz - Legião Urbana
E mesmo sem te ver
Acho até que estou indo bem
Só apareço, por assim dizer
Quando convém aparecer
Ou quando quero
Quando quero
Desenho toda a calçada
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
Só um pouquinho infeliz...
Mas tudo bem
Tudo bem, tudo bem...
Lá vem, lá vem, lá vem
De novo...
Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não me esquecerei
(Quando quero....
Quando quero...
Quando quero...
Eu rabisco o sol que a chuva apagou...
Acho que estou gostando de alguém...)
Ponto de exclamação

Oficina literária com Alcy Cheuiche é realizada em Osório
Estão abertas as inscrições para oficina literária promovida pela Academia dos Escritores do Litoral Norte e Câmara de Vereadores, com patrocínio da Corag. O curso é aberto à comunidade, especialmente aos maiores de 50 anos, e é gratuito.
Ministrada pelo escritor Alcy Cheuiche, a oficina ocorrerá às sextas-feiras, das 14h30 às 17h30, com início em 08 de julho. Os encontros serão realizados até 04 de novembro de 2011. Ao final, será produzido um livro, com lançamento nas feiras do livro do Litoral Norte.
Para inscrever-se é preciso comparecer à Câmara Municipal no dia de aula, a partir das 14h30min, munido de carteira de identidade.
“O objetivo da oficina é descobrir talentos, oportunizar descobertas, formar leitores e disseminar, cada vez mais, a cultura do livro. Além disso, instigar os alunos à pesquisa e ao interesse geral sobre o fazer literário”, afirma a produtora da oficina, Almeri Espindola de Souza. Com foco no público maior de 50 anos, o curso pretende, também, promover a cidadania, acolhendo estes cidadãos para o aprimoramento intelectual, para o agrupamento e para o pertencimento ao mundo dos fazeres culturais.
Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (51) 9975.0389 ou pelo e-mail maosaobraliteraria@gmail.com.
Um abraço, Marcelo Poeta.
sexta-feira, 29 de julho de 2011
As eleições em Palavraquistão

O cenário político pega fogo em Palavraquistão. A atual administração parece não estar nem aí para a próxima eleição, enquanto Túlio Vamos, da oposição, vem lotando seus comícios oferecendo cestas básicas e brechós e contando com simpatizantes na mídia local.
A verdade é que, depois de alguns anos de fartura, Palavraquistão terá sua arrecadação reduzida nos próximos anos. Com esse quadro, perder a eleição agora seria uma forma de descanso aos atuais governantes e também uma maneira de jogar o partido opositor contra a população, já que não haverá verba para investimentos. Por conseqüência, o retorno, em nova eleição, de forma plena, embasada na comparação.
Palavraquistão tem uma história política bem costurada entre as famílias que detém o poder. Há um notório “revezamento” no controle do município. Revezamento esse que enriquece sempre as mesmas pessoas, faz crescer seus bens e sua idolatria junto a população.
A bem da verdade é que a população de Palavraquistão nada sabe sobre política, não percebe que têm direito à educação, saúde, transporte e emprego sem necessitar de ajuda de ninguém. É nesse “não saber” que acabam aceitando a ajuda de atravessadores, geralmente membros da Câmara das Leis, uma entidade conservadora cuja preocupação de seus integrantes é apenas ser novamente escolhido pelo povo para receber salários altos e continuar a prestar favores já previstos por lei à comunidade.
Muitos questionam: Mas e o Prefeito Dorildo Shazan, abriria mão da vitória na eleição, deixando centenas de cargos de confiança à ver navios?
Gente, o importante aqui em Palavraquistão é o revezamento de poder. Entre os mesmos.
Marmelo Pateta, correspondente oficial do Palavraquistão.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Já chegamos?
Há algum manual da vida?
Há uma hora certa de dizer as coisas?
Eu me sinto meio fora do comum
Quero, assim com eu acho que quero
Minhas convicções são passageiras
Não sentam, não deitam nesse colchão
Tem dias que eu compro o jornal
e outros que procuro não saber
Das novidades, das minhas metades
Da idade daquilo que não percebo
Será que tenho medo?
Será que já é tempo
de dizer que eu te amo?
Marcelo Poeta
Há uma hora certa de dizer as coisas?
Eu me sinto meio fora do comum
Quero, assim com eu acho que quero
Minhas convicções são passageiras
Não sentam, não deitam nesse colchão
Tem dias que eu compro o jornal
e outros que procuro não saber
Das novidades, das minhas metades
Da idade daquilo que não percebo
Será que tenho medo?
Será que já é tempo
de dizer que eu te amo?
Marcelo Poeta
Nosso acervo
Tão seu - Skank
Sinto sua falta
Não posso esperar
Tanto tempo assim
O nosso amor é novo
É o velho amor ainda e sempre...
Não diga que não vem me ver
De noite eu quero descansar
Ir ao cinema com você
Um filme à tôa no Pathé...
Que culpa a gente tem
De ser feliz
Que culpa a gente tem
Meu bem!
O mundo bem diante do nariz
Feliz aqui e não além...
Me sinto só, me sinto só
Me sinto tão seu
Me sinto tão, me sinto só
E sou teu!
Me sinto só, me sinto só
Me sinto tão seu
Me sinto tão, me sinto só
E sou teu!...
Faço tanta coisa
Pensando no momento de te ver
A minha casa sem você é triste
A espera arde sem me aquecer...
Não diga que você não volta
Eu não vou conseguir dormir
À noite eu quero descansar
Sair à tôa por aí...
Ponto de exclamação

Estive conversando com meu tio Fernando dia desses, um grande sábio das coisas da vida, e ele me falava sobre os ciclos da vida, sobre as fases boas e ruins de cada um, o “tempo de dar colo e o tempo de decolar”, como diria outro Fernando, o Anitelli.
E é bem isso mesmo. Há fases na vida em que tentamos as coisas e procuramos evoluir mas algo nos impede, há um bloqueio na nossa percepção e uma energia negativa que nos abraça como um edredom. Geralmente quando estamos vulneráveis, tristes e decepcionados, e deixamos de ser a essência do nosso próprio caminhar.
Eu passei por isso várias vezes, como todo mundo, porém, da última vez, foi preciso um trabalho profissional para que eu voltasse a enxergar o mundo à minha volta, para que pudesse ver novamente as possibilidades que a vida nos oferece.
Esse trabalho orientado me conduziu à todas as mágoas, medos e dúvidas que estiveram sempre presentes em mim, mas que ignorei ao longo dos anos, algo corriqueiro no Ser Humano, acostumado a enxergar o outro e não a si.
Não vou relatar aqui essa viagem ao íntimo, mas gostaria de explanar à vocês, queridos leitores que, ao encarar todos os meus problemas e traumas, ao retomar a rédea da minha vida, tudo passou a acontecer como num passe de mágica. Simplesmente por que parei para prestar atenção. E daí melhorou tudo. Emprego, família, saúde e, principalmente no amor. Amor pela mulher amada, amor pelos meus pais, irmãos e sobrinhos, amor pela beleza do mundo, amor pela vida.
Não tenho lamentado o tempo que perdi com coisas sem sentido. Tenho estado muito feliz por conseguir a redenção.
Marcelo Poeta
... Fernando Anitelli
Quanta mudança
Alcança o nosso ser
Posso ser assim,
Daqui a pouco não.
Se agregar não é segregar;
Se agora for, foi-se a hora.
Dispensar não é não-pensar;
Se saciou, foi-se embora.
Se lembrar não é celebrar;
Dura é a dor quando aflora.
Esquecer não é perdoar;
Se consagrou, sangra agora.
Tempo de dar colo,
Tempo de decolar.
O que há é o que é;
E o que será
Nascerá, nascerá.
Reciclar a palavra,
O telhado e o porão;
Reinventar tantas outras
Notas musicais.
Escrever um pretexto,
Um prefácio e um refrão
Ser essência muito mais.
Ser essência muito mais
A porta aberta, o porto,
A casa, o caos, o cais.
Se lembrar de celebrar muito mais.
Muito mais...
A ciência, a essência,
A poesia prevalece...
terça-feira, 26 de julho de 2011
Terça na Galeria

CCMQ CELEBRA ANIVERSÁRIO DE MARIO QUINTANA
Na semana de 25 a 31 de julho a Casa de Cultura Mario Quintana terá uma programação especial para comemorar os 105 anos de nascimento de Mario Quintana - celebrado dia 30 deste mês.
A SEMANA DO POETA contará com atividades em diferentes linguagens, que iniciarão às 12h30, no Quindim do Quintana, tablado redondo que servirá de palco para os artistas se apresentarem todos os dias, feito especialmente para a festa e instalado na Travessa dos Cataventos (imediações da rua dos Andradas).
Quindim, uma referência ao doce preferido de Quintana, e passarinhos espalhados pela Casa, marcam a homenagem ao poeta.
PROGRAMAÇÃO
A partir de segunda-feira, 25 de julho
Permanente
- Passaredo – Instalação de pássaros da artista Zoé Degani na entrada da Casa
- Passarinhos de papel maché confeccionados em oficina decorando as partes internas
- Varal com bandeirinhas de poemas no Hall da ala Oeste
- Exposição sobre Mario Quintana - Hall da Biblioteca Erico Veríssimo
- Exposição bibliográfica O universo infantil e poético de MQ – Hall da Biblioteca Lucília Minssen
- Oficinas da 1ª Semana de Arte Sapato Florido – Espaço de Arte Sapato Florido*
Segunda-feira, 25 de julho
12h30 às 13h30 – Quindim do Quintana: Diego Deodato e Gabriel Grilo (técnica de malabarismo com música)
15h às 18h – Miniteatro móvel Marcos Ungaretti (música) – Travessa dos Cataventos
16h – Leitura 105 poemas de MQ com Michele Zgiet – vários espaços
18h30 – I Festival de Esquetes de Humor da CCMQ – vários espaços
Terça-feira, 26 de julho
12h30 às 13h30 – Quindim do Quintana: Número de circo com mágicas com uma trupe de palhaços, Quindim Sim Salabim
14h às 17h30 – Relembrando MQ: vídeos sobre MQ – Mezanino
15h às 18h – Miniteatro móvel Marcos Ungaretti – Travessa dos Cataventos
16h – Leitura 105 poemas de MQ com Michele Zgiet – vários espaços
18h – Performance de dança com Thais Petzhold - Travessa dos Cataventos
19h – Orquestra Popular da UFRGS – Travessa dos Cataventos
19h – Inauguração do Espaço de Arte Sapato Florido com exposição da Oficina de Artes Múltiplas dos alunos do Centro de Desenvolvimento de Expressão (CDE)
20h – O Reator – Teatro Bruno Kiefer
20h – Show de Paulinho Cardoso e Léo Ferrarini - Teatro Carlos Carvalho*
Quarta-feira, 27 de julho
10h às 12h – Aula de dança Afro-orixás com Iara Deodoro (SMC)
12h30 às 13h30 – Quindim do Quintana: PoeMáscara com o ator Walney Costa
15h – Lançamento CD e coquetel de Vinícius Lummertz– Jardim Lutzenberger
16h – Leitura 105 poemas de MQ com Michele Zgiet – vários espaços
19h30 – Mostra de Vídeo Independente – Sala A2B2
20h – Show de Vinícius Lummertz – Teatro Carlos Carvalho
20h – Show de lançamento CD Marco Aurélio Vasconcellos – Teatro Bruno Kiefer*
20h30 - Sarau de poemas de Lila Ripoll, a musa do poeta - Mezanino
Quinta-feira, 28 de julho
12h30 às 13h30 – Quindim do Quintana: Kelvin Koubik e Brunno Bonelli (Show de MPB com voz, violão e pandeiro)
14h às 16h – Oficina o imaginário mundo do menino Mario com Leonor Pereira– Biblioteca Lucília Minssen*
14h – Performance do grupo DDI de teatro – Travessa dos Cataventos
16h – Leitura 105 poemas de MQ com Michele Zgiet – vários espaços
19h - Mario Pirata convida Armindo Trevisan e Ricardo Silvestrin sobre a obra de MQ – C2
19h - Inauguração do Buraco do Cabaré – novo espaço de exposição da CCMQ no Mezanino
20h – Mostra Artística Cabaré do Verbo - Mezanino
Sexta-feira, 29 de julho
Quindim do Quintana: 12h30 – Rodrigo Nassif (violão solo, músicas autorais)/13h – Lucas Duarte da Silva (violoncelo solo)
15h – Performance musical com marionetes – manipulação de Marcia Reichert – Mezanino
16h – Leitura 105 poemas de MQ com Michele Zgiet – vários espaços
16h30 – Performance de teatro e dança Man-chá - Travessa dos Cataventos
Quindim do Quintana: 18h – Tiago Piccoli Lerina (violão instrumental)/18h30 – Willian Varela e Daniel Rosa (voz e violão)
19h – Sarau Mario Quintana Sempre – Sala Lili inventa o mundo
20h às 24h - Baile com DJs antigos e contemporâneos
Encontro dos amigos do Facebook no baile
Sábado, 30 de julho
12h – Torneio de Yu-gi-oh
16h – Leitura 105 poemas de MQ com Michele Zgiet – vários espaços
16h – apresentação de Tango – vários espaços
16h – Opereta Pé de Pilão – Teatro Bruno Kiefer
16h - Teatrinho do Mario: trupe de palhaços – Teatro Carlos Carvalho
16h - Lançamento livro Contos subterrâneos e pocket show com Mauro Araujo – Biblioteca Erico Verissimo
17h - Malabares com Circo Sul - Travessa dos Cataventos
18h - Intervenção “Cigana” com Clarice Nejar – Travessa dos Cataventos
18h30 – Desnudo: striper performático om Aline Karpinski - Passarela 4° andar
19h30 – Teatro e vídeo projeções com grupo Constantin – Sala de Literatura
19h – Ardidos de paixão – Teatro Bruno Kiefer
20h – Os primos - Teatro Carlos Carvalho
21h – O nexo do sexo - Teatro Bruno Kiefer
20h30 – Ensaio aberto Leve-nos para casa (teatro) – Sala Claudio Heemann
Domingo, 31 de julho
16h – Leitura 105 poemas de MQ com Michele Zgiet – vários espaços
16h – Opereta Pé de Pilão – Teatro Bruno Kiefer
16h - Espetáculo infantil Os bobos – Teatro Carlos Carvalho
17h - Performance do grupo Vai Teatro! – Travessa dos Cataventos
20h – Tem Quintana na Casa – Teatro Carlos Carvalho
20h - Encerramento com Orquestra Popular da UFRGS – Teatro Bruno Kiefer
*A maior parte da programação é GRATUITA:
As oficinas da 1ª Semana de Arte Sapato Florido custam R$ 100,00 (adultas) e R$ 40 (infantis).
A oficina O imaginário mundo do menino Mario, com Leonor Pereira, custa R$ 7,00.
O show de Marco Aurélio Vaconcellos custa R$ 15,00 e o de Paulinho Cardoso R$ 10,00.
domingo, 24 de julho de 2011
O Teatro Mágico em Porto Alegre
Monday News

Quem quiser transporte, Osório -Porto Alegre- Osório, fale comigo no marcelopoeta@r7.com.
Grato pelo carinho e pela atenção, Marcelo Poeta.

Quem quiser transporte, Osório -Porto Alegre- Osório, fale comigo no marcelopoeta@r7.com.
Grato pelo carinho e pela atenção, Marcelo Poeta.
sábado, 23 de julho de 2011
Nosso acervo
Não há de ser nada - Fernando Anitelli
Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe
O abraço de um vampiro é o sorriso de um amigo e mais nada
Não há de ser nada, pois sei que a madrugada acaba, quando a lua se põe
A estrela que eu escolhi não cumpriu com o que eu pedi
E hoje não a encontrei
Pois caiu no mar, e se apagou
Se souber nadar, faça-me o favor
O milagre que esperei nunca me aconteceu
Quem sabe só você
Pra trazer o que já é meu
Brilha onde estiver
Faz da lágrima o sangue que nos deixa de pé
terça-feira, 19 de julho de 2011
Quando a caneta pousa na tua mão
Gosto do teu jeito
de preencher os espaços
em branco
Tua letra, teu desenho
Tuas estrelas pequenas
Tua casinha sem telha
Gosto de ler teu nome
E, sobre nome, tenho a dizer
Que os mais belos nascem
com M de morrer
De morrer de amor
De morrer de saudade
De morrer de vontade
De morar nos espaços
ainda não coloridos
na tua folha de papel.
Marcelo Poeta
Ponto de exclamação
A prece ao calor
Eu precisava do Sol
Para lavar algumas roupas
Para estancar a umidade
Que me visitara no final de semana
Eu precisava do Sol
Para colocar na rua
Minha roupa de cama
Meus casacos pesados
E meu tênis de corrida
Eu precisava do Sol
Para aquecer meu corpo
Sentir do raio um sopro
Da energia vital
Marcelo Poeta
Eu precisava do Sol
Para lavar algumas roupas
Para estancar a umidade
Que me visitara no final de semana
Eu precisava do Sol
Para colocar na rua
Minha roupa de cama
Meus casacos pesados
E meu tênis de corrida
Eu precisava do Sol
Para aquecer meu corpo
Sentir do raio um sopro
Da energia vital
Marcelo Poeta
Terça na Galeria

Não é preciso dizer que Iberê Camargo (1914-1994) - referência da história da arte moderna brasileira - tem uma ampla e reconhecida produção dentro da pintura e da gravura. Mas, o que talvez não esteja tão evidente é o seu legado como desenhista.
São aproximadamente 7.000 desenhos produzidos por ele ao longo da vida, 3.246 somente no acervo da Fundação Iberê Camargo, incluindo grafites, bicos de pena, pastéis, estudos, esboços, riscos com esferográfica, anotações, aguadas e guaches.
Os desenhos surgem em exposições, entre pinturas e gravuras, mas quase nunca em primeiro plano. Esta é a primeira exposição com ênfase no desenho que acontece no prédio projetado por Álvaro Siza.
A exposição acontece de terça a domingo, até 30 de outubro.
Categoria: Exposição
Data: 19/07/2011
Horário: 12:00
Local: Fundação Iberê Camargo
Endereço: Av. Padre Cacique, 2.000 - Porto Alegre - RS
Telefone: (51) 3247.8000
Site: www.iberecamargo.org.br
Ingresso: Isento
sábado, 16 de julho de 2011
Narrativa
O nevoeiro cobria a visão
A ação respiratória do morro
camuflava o cansaço
e aproximava as mãos, que temiam o frio
Dentro do carro, a sintonia era plena
O pudor, típico de um início de encontro
Onde tudo se quer, mas devagar, sabiamente,
como aquele que provoca a sede
e guarda o melhor liquido para o final
Na pauta, o carinho mutuo e real,
os planos de um futuro próximo,
e uma troca de olhares
que transportava uma malícia
de crianças que amam passeio
O vinho, no Dodô, celebrava
um nobre momento cotidiano
carregado de energias positivas,
de lábios dançantes
e da vontade
de que tudo dure
só até sempre.
Marcelo Poeta
A ação respiratória do morro
camuflava o cansaço
e aproximava as mãos, que temiam o frio
Dentro do carro, a sintonia era plena
O pudor, típico de um início de encontro
Onde tudo se quer, mas devagar, sabiamente,
como aquele que provoca a sede
e guarda o melhor liquido para o final
Na pauta, o carinho mutuo e real,
os planos de um futuro próximo,
e uma troca de olhares
que transportava uma malícia
de crianças que amam passeio
O vinho, no Dodô, celebrava
um nobre momento cotidiano
carregado de energias positivas,
de lábios dançantes
e da vontade
de que tudo dure
só até sempre.
Marcelo Poeta
sexta-feira, 15 de julho de 2011
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Ponto de exclamação
A internet nos trouxe a oportunidade de liberdade em informar. Esse texto que você lê agora está sendo produzido na sala de minha casa, contém meus ideais, minha filosofia de vida, meus princípios, meus erros de concordância e minha bagagem cultural. Ele chegará até você gratuitamente, vinculado ao meu canal de informação, o Blog Insensatez calculada. Nele, no Blog, poderia haver patrocínios e propagandas. Não que eu não queira, mas nada que cerceie o meu e o teu direito de dizer é bem vindo por aqui.
Todos sabem minha ligação com o PT. Onde, nesse Blog, há alguma inserção petista?
Meu principal objetivo aqui é divulgar a arte e opinião aos meus amigos e conhecidos. Sem amarras, sem distorção de informações, sem boataria e sem mentiras.
Em Televisão, Jornal impresso e Rádio há uma clara “coligação” com partidos políticos e homens públicos. Há, portanto, uma parcialidade que influencia e manipula a informação.
Estudei jornalismo e tenho como burra e/ou antiética a sintonia entre sites de informação e patrocínio político.
Nos nossos jornais locais (um do PMDB, dois do PDT e outro do PP) há centenas de patrocinadores e anunciantes. Sabes o que ganha teu colunista favorito? Nada.
Quem escreve o jornal são seus colaboradores. Escritores que deveriam receber por seu trabalho, mas que aceitam fazer gratuitamente pelo apego ao leitor.
E quando questionamos alguma matéria vinculada a esses jornais, matérias sem fontes, cuja gênese é uma fofoca de padaria, somos ignorados, ofendidos e “bloqueados” nas redes sociais.
Não dá pra entender como pode um jornalista, com todas as ferramentas para exercer sua profissão com liberdade, imparcialidade e ética, vender suas palavras à políticos e barões do comércio que há anos atravancam o desenvolvimento de Osório.
Marcelo Poeta
Todos sabem minha ligação com o PT. Onde, nesse Blog, há alguma inserção petista?
Meu principal objetivo aqui é divulgar a arte e opinião aos meus amigos e conhecidos. Sem amarras, sem distorção de informações, sem boataria e sem mentiras.
Em Televisão, Jornal impresso e Rádio há uma clara “coligação” com partidos políticos e homens públicos. Há, portanto, uma parcialidade que influencia e manipula a informação.
Estudei jornalismo e tenho como burra e/ou antiética a sintonia entre sites de informação e patrocínio político.
Nos nossos jornais locais (um do PMDB, dois do PDT e outro do PP) há centenas de patrocinadores e anunciantes. Sabes o que ganha teu colunista favorito? Nada.
Quem escreve o jornal são seus colaboradores. Escritores que deveriam receber por seu trabalho, mas que aceitam fazer gratuitamente pelo apego ao leitor.
E quando questionamos alguma matéria vinculada a esses jornais, matérias sem fontes, cuja gênese é uma fofoca de padaria, somos ignorados, ofendidos e “bloqueados” nas redes sociais.
Não dá pra entender como pode um jornalista, com todas as ferramentas para exercer sua profissão com liberdade, imparcialidade e ética, vender suas palavras à políticos e barões do comércio que há anos atravancam o desenvolvimento de Osório.
Marcelo Poeta
terça-feira, 12 de julho de 2011
Terça na Galeria
Na galeria de hoje, trabalhos realizados pelo público no Sarau de Aniversário da Biblioteca Pública de Osório.

segunda-feira, 11 de julho de 2011
Dê nome ao poema nos comentários
Maturidade Infantil
Eles são crianças
que nasceram em outro tempo
São arquitetos de bolos e roteiros
Têm a sabedoria do esquecimento
Os avós não dão atenção para as horas
Contam suas aventuras e suas histórias
sorvendo as datas em gestos
nas mãos que acenam conhecimento
Avós têm a doçura no olhar
e nas balas do pote no ármario
São companheiros do neto ativo
E a salvação do pai sedentário
Vovô leitura, esporte, o abraço
O adeus vencido pelo sono
A despedida negada por camuflagem adulta
Vovó do blusão de lã
do pão caseiro, do desenho e da rapadura
Avós esperam por seus netos
para brincarem com alguém à sua altura.
Marcelo Poeta
A ponta do teu cobertor

O frio que me incomoda
desaparece ao corpo que despe
as roupas e a ternura
tragada no lábio que me aquece
E como se hoje fora a noite anterior
Como se o mundo, agora
Começasse e acabasse
Há um “que” que explica isso tudo
Há algo meu morando em tua face
Existe um após que ocorre
Depois do que não aconteceu
É o que se diz
Quando o nada é tudo o que há
É o mesmo que se fala
nas falas de um Romeu
É aquele meu velho amor
Que nunca fora meu.
Marcelo Poeta
Encontro com Phil e Mascha
Aceitando um convite de Gisele Frufrek, , de Carla, Diretora da escola Estrelinha do céu e da Secretaria de Educação de Capão da Canoa, pude participar de um bate papo com Philip Gang e Marsha Morgan, na Biblioteca Pública de Capão.
Phil e Marscha são professores do Departamento de Educação do Endicott College - USA e Diretores do TIES - The Institute for Educational Studies e realizam um trabalho de suma importância na formação dos professores.
Além do trabalho com formação de professores, Marsha e Phil coordenam a Nova Escola, uma escola de ensino fundamental que, entre muitas outras atividades interessantes, conta com a permacultura.
Estiveram no Brasil para palestrar em Porto Alegre sobre o método de ensino infantil Montessori.
Vale a pena a visita ao seu site: http://www.omb.org.br/
Na foto Marcelo Poeta, Phil e Marscha.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
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